Um espaço de ideias e partilha para todos os que amam o mar.
Sexta-feira, 30 de Maio de 2014
Lavagem do casco.

Lavar o barco regularmente impede a acumulação de resíduos e sujidade no casco. Elementos como excrementos de aves, poluição, sal entre outros, podem danificar a camada de tinta protetora no barco com o passar do tempo, então, uma boa lavagem ajuda a preservar a pintura e restaurar brilho da embarcação. Uma embarcação deve ser lavada pelo menos uma vez por semana ou após cada utilização. O método de limpeza mais eficaz é com máquina de jato de alta pressão de água. Comece por Limpar a zona envolvente onde se encontra a embarcação. Ligue a máquina de alta pressão numa tomada e ligue a mangueira do reservatório a uma fonte de água. Pulverize a doca num ângulo vertical para maximizar a pressão e remover a sujidade. Limpe em pequenas seções de 90 cm a 1 metro de largura. Feche todas as janelas e escotilhas no casco do barco para evitar a entrada de água nos compartimentos internos. Aplique o produto de limpeza recomendado no barco, usando uma configuração de baixa pressão na máquina, e deixando o sabão de molho por 1 a 2 minutos. Inicie a limpeza do barco a partir do ponto mais alto, para que a água suja não escorra para a parte limpa. Pulverize na superfície num ângulo perpendicular para remover areias difíceis e maximizar a pressão da água. Lave o barco em seções de 90 cm a 1,20 metros de largura para remover o sabão. Pulverize cada seção lentamente para garantir a remoção total da sujidade. Use a luz do sol para notar áreas do casco ainda sujas ou com resíduos de sabão. Não deixe o produto de limpeza permanecer no barco por mais de 5 a 10 minutos, pois poderá ser difícil de remover se o mesmo secar. Não coloque nunca as mãos em frente do jato de pressão, pois alguns são suficientemente fortes para remover a pele ou causar outro tipo de lesões.

Poço - Espaço na parte de trás da embarcação onde se localizam os seus comandos.


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Quarta-feira, 28 de Maio de 2014
Manchas de mofo.

Os barcos de fibra de vidro são selados com uma camada de um produto parecido com gel quando saem do fabricante. Esse revestimento protege o casco da embarcação e dá brilho ao mesmo. Passado algum tempo, essa camada protetora começa a deteriorar-se por conta da exposição à água salgada, a arranhões provocados quando o barco encosta no cais e por questões climáticas como o calor e o frio. O bolor e o mofo podem começar a formar-se no revestimento do casco do barco e deixar uma espuma verde esquisita. Realizar uma boa limpeza para tirar o mofo e restaurar o brilho original é sempre importante e requer alguns “truques”. Lave primeiramente a zona afetada com uma esponja e água em abundância. Misture partes iguais de vinagre branco e sal para formar uma pasta. Depois, aplique-a sobre as manchas de mofo com um pano húmido e esfregue o local afetado. Tire o excesso de pasta com a esponja e torne a enxaguar o local com a mangueira para remover todos os resíduos remanescentes. Despeje vinagre puro sobre quaisquer manchas de mofo que continuarem no casco do barco. Deixe o produto agir por cinco minutos para que ele possa penetrar nos focos de mofo. Enxague a superfície afetada completamente com a mangueira.

Varandins - Proteção de cabos de aço ao longo da borda da embarcação.


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Segunda-feira, 26 de Maio de 2014
Nós de marinheiro

Os nós são entrelaçamentos feitos à mão, emendando cabos pelos chicotes, pelos seios ou um chicote a uma alça. Antigamente, todos os marinheiros eram treinados para saberem todos os truques e segredos dos nós e cabos, pois era um conhecimento extremamente importante, independentemente do cargo que ele ocupava no navio, pois se existe-se algum problema a bordo, qualquer um o poderia solucionar. Hoje em dia, não são todos que conhecem a arte de marinheiro e muito menos os que sabem executá-la. O nó mais antigo que se conhece foi descoberto em 1923 numa turfeira na Finlândia e cientificamente datado de 7.200 AC. Também se sabe que os antigos Gregos, Egípcios e Romanos usavam nós com alguma complexidade nas construções de edifícios, pontes e fortificações pelo que não é lícito julgar que apenas os marinheiros são detentores desta arte. No que respeita ao seu uso na marinha existem registos escritos pelo menos desde o séc.XVII, mas desenhos e figuras mostram que o seu uso é muito anterior a este período. Há centenas de tipos diferentes de voltas e nós que podem ser usados a bordo. Deve o nauta conhecer alguns deles que podem vir a ser de extrema utilidade a bordo: Nó Direito - serve para unir dois cabos de bitola (diâmetro) igual. O Nó Direito é útil para amarrar a vela grande na operação de rizar; Nó de 8 - Este nó é útil como um nó terminal, aplicado na ponta das escotas e adriças para evitar que elas escapem através dos olhais ou passadouros. Tem um aspeto semelhante a um 8; Lais de Guia - considerado o rei dos nós, é usado fazer uma laçada no chicote de um cabo. É usado para colocar as adriças no punho da pena das velas, amarração em argolas e até para unir cabos. Um Lais de Guia feito corretamente é muito seguro e fácil de desfazer; Volta do Fiel - este nó é usado para amarrar um cabo a um ponto sólido, como um poste num cais. O seu principal uso a bordo é para segurar as defensas aos varandins; Nó de Escota - este nó é usado para unir dois cabos de bitolas diferentes. Quando for usado com cabos de diâmetros muito diferentes devemos dar um cote adicional, transformando-o em nó de escota dobrado. Conhecer bem os nós pode resolver uma série de problemas do dia-a-dia de quem está a bordo ou mesmo em terra. 

Back estai - Cabo de aço estendido entre a popa e o topo do mastro que impede o seu movimento para frente.


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Sábado, 24 de Maio de 2014
GPS - Global Positioning System.

O GPS é um sistema de navegação com base em satélites artificiais que emitem sinais rádio com informação sobre uma posição tridimensional, velocidade e tempo numa base de 24 horas. Este sistema foi criado em 1963 e é controlado pelo Departamento de Defesa dos Estados Unidos. O sistema é constituído por 24 satélites em 6 orbitas circulares de 12 horas a cerca de 20.200 Km de altura. Estes satélites estão colocados de tal modo que em qualquer altura e ponto do nosso globo 6 deles estão sempre visíveis. A sua cobertura não é total e situa-se em cerca de 93% da área do globo. Existem dois países onde os aparelhos recetores de GPS são proibidos, a Coreia do Norte e a Síria. O Egito suspendeu a proibição em Abril de 2009 Vulgarmente conhecidos por GPS's, os recetores captam os sinais emitidos pelos satélites visíveis. Estes dados são processados pelo GPS que os traduz nas três coordenadas posição (latitude, longitude e altitude), velocidade e tempo. Hoje em dia existem aparelhos, fixos ou portáteis, que permitem, além das chamadas funções básicas, obter rumos verdadeiros, calcular desvios, marcar pontos, traçar rotas ou seja um sem número de opções, e ainda de poderem ser combinados e interligados com outros instrumentos de bordo como sondas, pilotos automáticos, radares, etc. A grande vantagem do uso de um GPS é a sua disponibilidade em qualquer condição meteorológica e simplicidade do seu uso. Basta carregar apenas num botão e teremos quase instantaneamente as coordenadas de posição. Cuidado! O sistema pode por vezes não estar totalmente disponível se as entidades que o controlam assim o decidirem. Esta situação já tem momentaneamente acontecido e com certeza que não deixará de voltar a repetir-se. Aspeto importante a considerar é que, ou por falta de alimentação ou simples avaria do GPS, devemos sempre estar aptos a ter uma alternativa de cálculo da nossa posição. Atualmente existem três sistemas similares, um controlado pela Rússia, o GLONASS, o COMPASS chinês, e outro ainda desenvolvido pelos europeus, o GALILEU. O princípio é o mesmo, mas pretende-se que o controlo seja efetuado por entidades civis para que não se esteja dependente por políticas militares. O sistema europeu difere também noutro aspeto, que é a permissão de responder a sinais, por exemplo, de balizas de emergência, de modo a que náufragos tenham conhecimento que um pedido de socorro foi captado.

Escotas - Cabos usados para controlar as velas. "Caçar" é puxar esses cabos trazendo a vela para a linha de centro do veleiro e "Folgar" é soltá-los, deixando a vela afastar-se dessa linha de centro.


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Quinta-feira, 22 de Maio de 2014
Pintura – Cascos de madeira

Para cascos de madeira o tratamento recomendado é com ferramentas mecânicas manuais, sendo a lixadeira e as escovas rotativas as mais adequadas para a limpeza e preparação deste tipo de material. Entretanto, tal como nos cascos de fibra de vidro, também é utilizado o jato de água de alta-pressão para retirar as cracas e limos, num tratamento inicial do casco que passou vários anos no mar. A madeira não sofre oxidação, porém o ataque de fungos faz com que apodreça. O tratamento da madeira restringe-se à retirada de fibras que, atacadas por fungos, perderam a sua resistência mecânica. Antes da pintura do casco é recomendável, sempre que possível, fazer um revestimento com massa indicada pelo fabricante da tinta. Esta massa garantirá maior aderência do sistema de pintura sobre o casco de madeira, porque proporciona um excelente perfil de ancoragem para a tinta. É importante que a madeira esteja totalmente seca antes de receber a massa ou a pintura. É comum o uso de tintas acrílicas, vinílicas ou de borracha clorada na pintura de embarcações de casco de madeira por serem bastante resistentes em ambientes húmidos e à submersão, bem como por serem de fácil repintura e terem boa resistência mecânica. Quando pintamos diretamente sobre madeira, sem existir colocação de massa, ocorre uma absorção intensa de tinta, na primeira demão. Esta absorção é que assegura a perfeita ancoragem da tinta sobre a madeira. É fundamental respeitar o período de secagem recomendado pelo fabricante antes da aplicação da segunda demão.

 

 

 

Amantilho - Cabo preso ao topo do mastro, que suporta a retranca prevenindo a sua queda no convés quando se abaixa a vela grande, ou cabo que serve para subir o pau de spi em contraponto com o Gaio que serve para descer o pau do spi.


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Terça-feira, 20 de Maio de 2014
Pintura – Cascos de fibra de vidro.

O conhecimento das técnicas, utensílios e ferramentas utilizadas na pintura das embarcações bem como os cuidados necessários na manipulação de tintas e solventes e sua armazenagem a bordo são de fundamental importância. Para cascos de fibra de vidro, o tratamento recomendado é começar com uma limpeza de jato de água, porque este não agride a fibra, proporciona a limpeza adequada e, principalmente, assegura a melhor rugosidade do casco para aderência da tinta. O uso de lixadeiras, ao contrário do que se julga, é impróprio porque deixa a superfície polida, dificultando a aderência da tinta. Nos estaleiros de reparação naval, geralmente, o jato de água de alta-pressão é utilizado para remover organismos marinhos (cracas), num tratamento inicial dos cascos que tenham passado vários anos no mar. É comum o uso de tintas epóxi, acrílicas ou vinílicas na pintura de embarcações de cascos de fibra de vidro por serem bastante resistentes a ambientes húmidos e à submersão e terem ainda boa resistência mecânica; sendo as tintas acrílicas e vinílicas de fácil repintura. É fundamental respeitar o período de secagem recomendado pelo fabricante antes da aplicação da segunda demão. Entretanto, caso se utilize tinta de base epóxi, deve-se ter em atenção que a segunda e terceira demãos sejam aplicadas antes de terminado o tempo de cura desta tinta, normalmente informado pelo fabricante e que, geralmente, é de 72 horas. Após o tempo de cura a tinta de base epóxi não aceita repintura, ou seja, a tinta pintada sobre ela se soltar-se-á com muita facilidade. No caso de aplicação da tinta com pistola de pintura, conhecer bem o equipamento e seguir as recomendações do fabricante quanto ao uso e limpeza é fundamental para alcançarmos o melhor rendimento a menor custo. O uso de equipamentos de proteção individual (EPI) é de grande importância durante a execução da pintura. É recomendável o uso dos seguintes equipamentos: Luvas; Sapatos de segurança; Fato de trabalho com mangas longas; Óculos de proteção; Máscara com filtro de ar.

Adriças - Cabos usados para içar as velas.


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Domingo, 18 de Maio de 2014
Zincos - Proteção catódica

A corrosão galvânica é um processo eletroquímico em que um metal sofre corrosão preferencialmente em relação a outro quando os dois metais estão em contato elétrico e imersos em um eletrólito. A proteção catódica usa um ou mais ânodos de sacrifício feitos de um metal que é mais ativo do que o metal protegido. Metais comumente usados ​​para ânodos de sacrifício incluem o magnésio, o zinco e o alumínio, além de suas ligas. Como exemplo de uma aplicação de ânodo de sacrifício, considere-se um sistema composto de aço 316 SS (a série 300 de aço inoxidável, é uma liga muito nobre, é bastante resistente à corrosão e tem um alto potencial) e um aço leve (um metal muito ativo, com menor potencial). O aço corrói na presença de um eletrólito como a água salgada. Se um ânodo de sacrifício é usado (como uma liga de zinco, ligas de alumínio ou de magnésio), estes ânodos serão corroídos, protegendo os outros metais. Esta é uma prática comum na indústria naval para proteger os equipamentos do navio. Barcos e navios que estão na água salgada usam uma liga de zinco ou liga de alumínio. Se os barcos estão apenas em água doce, uma liga de magnésio é utilizado. O magnésio tem um dos maiores potenciais galvânicos de qualquer metal. Se for usado em um aplicativo de água salgada em um barco de casco de aço ou alumínio, bolhas de hidrogênio formam-se sob a pintura, causando bolhas e descamação. As hélices das embarcações são comumente feitas de bronze-manganês (um latão de elevada resistência à tração, mas que é fortemente catódico em relação ao casco de aço do navio). Na presença de água do mar, que é um eletrólito forte, o casco enferrujaria rapidamente devido à proximidade da hélice. Essa tendência é em grande parte eliminada, pela fixação ao casco de algumas placas de zinco próximas à hélice. Como o zinco é anódico tanto para o ferro como para o bronze, funciona como ânodo de sacrifício. A verificação e substituição destas pequenas peças metálicas, caso o desgaste das mesmas seja significativo, devem ser uma preocupação do nauta antes da colocação da embarcação na água.

Variação (V) - é a soma algébrica da Declinação com o desvio. É portanto o ângulo compreendido entre o Norte verdadeiro (Nv) e o Norte da agulha (Na). Mede-se também em graus sendo positivo para Leste e negativo para Oeste.


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Sexta-feira, 16 de Maio de 2014
Documentação de Bordo

Um dos principais cuidados que devemos ter antes de partirmos para o mar é verificarmos se temos atualizada toda a documentação exigida por lei.Da embarcação, devemos considerar:o Livrete da Embarcação (com vistoria em dia) - documento passado depois do registo definitivo e que contem as características da embarcação, conjunto de identificação e nome da embarcação; a Apólice de Seguro de Responsabilidade Civil de Danos a Terceiros - É obrigatório para as Embarcações de Recreio tipos 1, 2, 3 e 4 e das restantes embarcações de recreio que possuam pelo menos um motor como meio de propulsão; o Selo (comprovativo de pagamento do imposto sobre veículos); a Taxa de Farolagem e a Licença de Estação (se tiver VHF). A nível de documentação pessoal, é obrigatório: a Carta de Navegador de Recreio; Certificado de Operador Radiotelefonista; Bilhete de Identidade ou Cartão do Cidadão.

Desvio (d) - é o ângulo compreendido entre o Norte magnético (Nm) e o Norte da agulha(Na). Tal como a declinação é medido em graus sendo positivo para Leste e negativo para Oeste.



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Quarta-feira, 14 de Maio de 2014
Bússola

bússola, mais conhecida pelos marinheiros como agulha, é sem dúvida o instrumento de navegação mais importante a bordo. Baseia-se no princípio que um ferro natural ou artificialmente magnetizado tem em se orientar segundo a direção do campo magnético da Terra. Os chineses conheceram-na muito antes dos europeus. Foram aqueles os primeiros a fazerem uso da propriedade da magnetite para procurarem os pontos cardeais. O Norte tinha extrema importância na sua cultura e por isso o imperador estava sentado no trono a Norte do palácio olhando para Sul. As bússolas não servem só para seguirmos ou marcarmos rumos. Podem ter ainda acoplados acessórios que nos permitem achar a declinação ou ainda facilitar a marcação de azimutes chamando-se estas de marcar. Em embarcações de recreio usam-se para marcações de azimutes bússolas portáteis. Têm a vantagem de podermos desprezar no cálculo o desvio desta já que podemos escolher um local na embarcação livre, ou quase, de interferências magnéticas. Modernamente, e devido à instalação das agulhas em painéis quase verticais, deixando assim de estar colocadas em bitáculas, as rosa-dos-ventos têm um rebordo que permite a sua leitura também na horizontal.

Declinação (D) - é o ângulo compreendido entre o Norte verdadeiro (Nv) e o Norte magnético (Nm). Varia de local para local e no mesmo local lentamente com o tempo. Conta-se em graus e toma valor positivo  (+) quando a partir do norte verdadeiro para o norte magnético cai para E - Leste e negativo quando cai para W - Oeste.


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Segunda-feira, 12 de Maio de 2014
Cartografia Náutica

A utilização de documentação atualizada a bordo para navegação, independentemente do seu suporte, é algo que o nauta não deve descurar. Designa-se por documento náutico uma carta ou publicação náutica editada por um governo ou sob autorização de um governo, produzida pela instituição governamental competente, de acordo com os preceitos e normas da Organização Hidrográfica Internacional, da Organização Marítima Internacional e da Associação Internacional de Sinalização Marítima. O fólio cartográfico nacional corresponde a cerca de 55 cartas em papel, cobrindo todo o território nacional (Continente, Arquipélago dos Açores e Arquipélago da Madeira). O fólio cartográfico compreende as seguintes séries: Série Oceânica de pequena/média escala e destinada à navegação oceânica; Série Costeira de média/grande escala e dedicada à navegação costeira; Série Aproximação de grande escala e visa possibilitar a aterragem aos portos nacionais de menor dimensão. Inclui, na mesma folha, um plano do porto; Série Portuária de grande escala e destinada a representar os portos nacionais de maior dimensão; Série Planos de grande escala destinada a representar pequenos portos e enseadas com interesse para a navegação.

De modo a melhor corresponder às necessidades da comunidade marítima, é o Instituto Hidrográfico que publica estas e outras cartas de navegação designadas como Cartas para Fins Especiais.

  

Quilha – É uma peça longitudinal que fecha a ossada inferiormente e que contribui grandemente para a resistência longitudinal do casco.



publicado por cartasdemarear às 20:45
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